2º turno · domingo, 25 de outubro de 2026 · votos válidos · projeto independente, sem vínculo com o TSE · não é resultado oficial
A contagem oficial do TSE ao lado de uma projeção que se atualiza com os votos apurados, e da nossa projeção feita antes da votação.
Faixa: nossa projeção antes da votação (90%). Ponto: resultado. ✓ dentro da faixa · ~ fora da faixa, vencedor certo · ✗ vencedor errado.
Quando um estado passa de 95% das urnas apuradas, conferimos se o resultado caiu dentro da faixa da projeção.
Projeção para os 5.570 municípios e 145 postos no exterior.
Projeção (antes da votação). Modelo bayesiano de agregação de pesquisas (57 pesquisas, efeito por instituto, viés comum, deriva até o dia da eleição): Lula 49,5% e Flávio 50,5% dos votos válidos (faixa de 90%: Lula 47,6–51,4%, Flávio 48,6–52,4%); chance de vitória de 32% para Lula e 68% para Flávio. Congelada às 8h49 de 25/10.
Projeção ao vivo (por município). O ponto de partida é a nossa projeção (feita antes da votação), distribuída pelas cidades: cada cidade recebe a mudança que projetamos para o seu estado, aplicada ao seu próprio 1º turno (com os votos dos candidatos eliminados divididos como na projeção). Somadas, as cidades reproduzem exatamente a nossa projeção estadual. A cada atualização, o modelo compara as cidades já apuradas com o que projetamos para elas e aprende a diferença entre o resultado real e a nossa projeção: um erro nacional, um erro por estado, um efeito por porte de cidade e o viés de ordem de apuração dentro das cidades. Aplica esses erros às urnas que faltam e soma ao que já foi contado. Para as urnas que faltam, mantém uma incerteza que a apuração não elimina (±1,3 ponto nacional e ±1,3 por estado; era ±1,1, ampliada por causa da prorrogação da votação), caso as cidades ainda não apuradas sejam diferentes das já contadas. Inspirada no modelo aberto do Washington Post.
Sua cidade. Antes da apuração: 1º turno da cidade + a mudança projetada para o estado. Durante a apuração: atualizada pelo que as cidades parecidas e o próprio estado já mostraram.
Marcos de credibilidade. O intervalo de credibilidade (ICr) mostrado começa em 90%. Quando ele deixa de incluir 50% em duas atualizações seguidas, registramos o marco e passamos ao nível seguinte: 95%, 99%, 99,9%. Se depois o intervalo voltar a incluir 50%, o marco é marcado como revertido. O último passo é a vitória matemática: a diferença já apurada maior que o total de eleitores das seções ainda não apuradas.
Trava. Até 3% dos votos esperados estarem apurados, mostramos a projeção feita antes da votação: o começo da contagem é o momento menos representativo.
Testes. Reproduzimos os 2º turnos de 2022 e 2018 com os resultados reais de cada município, simulando a ordem de apuração (inclusive cenários em que as primeiras urnas favorecem um lado e em que as cidades que apuram primeiro são as mais favoráveis a um candidato). Em 2022 a faixa de 90% conteve o resultado em 99–100% dos momentos e nenhum marco apontou o vencedor errado. No cenário mais extremo de 2018 a faixa errou (o modelo errou o resultado em cerca de 2,7 pontos), embora o vencedor estivesse certo. Nenhum teste substitui a eleição real: este modelo nunca foi usado numa noite de apuração.
Dados: arquivos públicos de divulgação do TSE (resultados.tse.jus.br). Não é resultado oficial.